Banner
terça-feira, 20 de outubro de 2026
Uncategorized

FUTEBOL: PAIXÃO, NEGÓCIO E CUSTO-BENEFÍCIO

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 28 de julho de 2024 às 20:28 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:13— leituras

Futebol envolve negócios e paixões, estas, às vezes, exacerbadas.

Negócios que começam por envolver dirigentes e membros de torcidas organizadas, que recebem ingressos de graça, e são vendidos por esses meliantes nas sedes das suas ditas “organizadas”, mas que na verdade são bandidos.

“Paixões” porque em nome do “amor” aos clubes de massas, os dirigentes são reféns desses vagabundos, que vivem explorando a marca dos clubes.

Foi por causa desse “amor” imoral, que a presidenta do Palmeira, Leila Pereira, cortou o vínculo da sua diretoria com as ditas organizadas do “Porco”. “No Palmeiras de Leila não há doações de ingressos para “organizadas”.

Não é fácil ser dirigente de clubes de massa, no Brasil. Sem ir muito longe, aqui, em Belém, presidentes de CR e PSC são vigiados noite e dia por seguranças.

Nilton Gurjão, promotor de justiça, membro da Comissão de Combate à Violência nos Campos de Futebol, do Ministério Público do Pará, participando do DEDO DE PROSA, do SHOW DE BOLA DALEPIX, neste domingo, 28, ao ser questionado sobre doações de ingressos para TERROR BICOLOR e REMOÇADA, foi enfático: “Já chamamos os dirigentes, mas eles nos disseram que se não doarem ingressos, são ameaçados. É por isso que eles andam com seguranças”.

“As empresas que prestam serviço de segurança para os clubes não são cadastradas na PF. São consideradas ‘Steward’” (mordomos ou orientadores nos campos de futebol), revelou Gurjão.

Por último Nilton Gurjão revelou que o GAECO – Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado – órgão do MP, está atento às apostas online, no Pará.

No futebol brasileiro, às relações “paixão-negócio” e “custo-benefício” fazem parte da nossa cultura.

É o que há!

Notícias relacionadas