FUTEBOL “FOGO DE PALHA”

Remo pressionou pelos lados, mas errou o alvo.
Léo Condé não trabalha o time com triangulações pelo meio.
Ficou fácil para a defesa do Coxa bem postada e alta.
Remo explorou os lados com Marcelinho e Pikachu, pelo direito, e Galeano e Marlon pelo lado esquerdo.
Volume de jogo, posse de bola teve o Remo, mas sem triangular pelo meio, no primeiro tempo.
Pedro Rocha mete a bola no poste esquerdo, aos 6 minutos. Foi o cartão de visita.
Aos 8 minutos, Galeano ficou de cara pro gol e chutou a bola pro alto.
Aparecendo como elemento surpresa, Marcelinho, sem ângulo, chutou a bola pra fora do gol.
Com um time a base de sub-23, Coritiba suportou muito bem a pressão do CR, que tinha em Pikachu o “espeto” direito.
Depois de zero a zero, no primeiro tempo, no segundo, com as mudanças processadas pelos técnicos, o jogo ficou mais dinâmico.
Pedro Rocha cobra escanteio e no primeiro pau aparece Zé Welison cabeceando e fazendo 1 a 0 contra, aos 2 minutos.
Na pressão, Remo empata 1 a 1 num belo gol de Zé Ricardo, aos 15 minutos.
Penalidade a favor do Remo marcou a árbitra Daiane Muniz, que Pikachu cobrou, goleiro Morisco defendeu dando o rebote pra frente e Pikachu finaliza: 2 a 1 na virada azulina.
Jogada estratégica do técnico do Coxa: entra com dois jovens atacantes: Paulo Roberto e Fabinho nos postos de Lavega e Bruno Lopes.
Paulo Roberto assiste ao Fabinho que empata a partida: 2 a 2.
O tiro de misericórdia começou com Paulo Roberto, que dá assistência a Sebas Gomes e este para Pedro Rocha aplicar a lei do ex: 3 a 2 Coritiba.
O futebol praticado pelo time do Remo é fogo de palha: tem velocidade pelos lados, intensidade e se perde nas finalizações, porque não troca passes na frente da zaga adversária.
Léo Condé não tem mais estrutura emocional para comandar o Remo, que continua melado de “graxa”.
É o que há!




