IMPERFEIÇÃO

“Estamos ferrados”, infeliz expressão do volante Zé Welison.
“Tem que ser homem suficiente”, o íntimo de Pikachu.
“Remo beirou a perfeição contra o Coritiba”, Léo Condé esqueceu que o futebol é um jogo de erros.
“Está nas mãos da diretoria”, o futuro de Léo Condé.
Zé Welison, que fez gol contra, o primeiro pau não é o seu lugar, e sim de um dos zagueiros. O volante marca o miolo da área. Treino de posicionamento.
“Ferrado” está o Remo se continuar errando o alvo.
A expressão de Pikachu – “Tem que ser homem suficiente” – não basta ser só homem, tem que ter qualidade técnica.
Time azulino foi intenso pelos lados, mas não beirou a perfeição, “seu” Léo Condé, porque o time que você comanda não tem mudança de bola de um lado para o outro, não tem o drible seco e a troca de passes rápidos com a triangulação na frente da zaga adversária. Técnicamente, o time do Remo faz o “feijão com arroz”.
Seu Time, Condé, não tem repertório tático.
Time coritibano realizou pouco, mas produziu o suficiente pra virar pra cima do Remo com dois atacantes jovens: Paulo Roberto e Fabinho. É falso o que vejo no time azulino, “jamais conhecerei o tudo que constitui o todo” deste elenco, que “arrasta”, mas não conclui com perfeição.
Nunca fui e nem serei daqueles “profetas do apocalipse” que tentam adivinhar o futuro dos técnicos e dos jogadores que aqui chegam. Jamais torcerei contra… Quebrar contrato com Condé, que tem vigência até o final da temporada, custa uma “pacoteira”; e outro técnico desejará sentir o cheiro do Baenão com este elenco, tecnicamente, limitado?
Elenco azulino é um time de “ex”: ex-Coritiba, ex-Fortaleza, ex-Goiás etc.
É o que há!




