Banner
terça-feira, 20 de outubro de 2026
Uncategorized

JORNALISTA E “JORNALISTA”

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 14 de agosto de 2026 às 19:33 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:49— leituras

Lourival Mamede me manda um textinho, via “uatizap”, indagando o porquê afirmo que sou “jornalista diplomado”.

Taí. Gostei da inquirição respeitosa.

Desde 1972, em Macapá, que vivo falando em rádio e escrevendo para alguns jornais e TV.

Em Macapá passei no vestibular da extensão da UFPA, no Território Federal do Amapá, em 1978.

Em maio cheguei em Belém acadêmico do curso de letras e depois jornalismo para em seguida pós graduar-me em gêneros textuais.

Lecionei em alguns colégios da rede estadual, no “Rego Barros” por 5 anos, e trabalhei na TV Marajoara (Rede Tupy), rádios e jornal Diário do Pará.

Portanto, estudei, diplomei-me.

Quando afirmo que sou “diplomado” estou dizendo que não sou “picareta”, posto que a profissão de jornalista é a mais “picarateada”.

Ninguém ousa a dizer que é médico sem ser profissional de medicina; se passar por advogado nem pensar e assim sucessivamente. Os órgãos de classes zelam por seus associados. Longe os “picaretas”.

Mas à de jornalista basta saber escrever e ser empregado em empresa jornalística para ser chamado de “jornalista”.

Bem ou mal, vivo falando e escrevendo e a minha frente está o meu diploma com a logomarca da Universidade Federal do Pará.

É o que há!

Notícias relacionadas