JORNALISTA E “JORNALISTA”

Lourival Mamede me manda um textinho, via “uatizap”, indagando o porquê afirmo que sou “jornalista diplomado”.
Taí. Gostei da inquirição respeitosa.
Desde 1972, em Macapá, que vivo falando em rádio e escrevendo para alguns jornais e TV.
Em Macapá passei no vestibular da extensão da UFPA, no Território Federal do Amapá, em 1978.
Em maio cheguei em Belém acadêmico do curso de letras e depois jornalismo para em seguida pós graduar-me em gêneros textuais.
Lecionei em alguns colégios da rede estadual, no “Rego Barros” por 5 anos, e trabalhei na TV Marajoara (Rede Tupy), rádios e jornal Diário do Pará.
Portanto, estudei, diplomei-me.
Quando afirmo que sou “diplomado” estou dizendo que não sou “picareta”, posto que a profissão de jornalista é a mais “picarateada”.
Ninguém ousa a dizer que é médico sem ser profissional de medicina; se passar por advogado nem pensar e assim sucessivamente. Os órgãos de classes zelam por seus associados. Longe os “picaretas”.
Mas à de jornalista basta saber escrever e ser empregado em empresa jornalística para ser chamado de “jornalista”.
Bem ou mal, vivo falando e escrevendo e a minha frente está o meu diploma com a logomarca da Universidade Federal do Pará.
É o que há!




