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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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MÁ GENÉTICA

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 25 de junho de 2024 às 18:41 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:12— leituras

Os psicólogos dizem que “os monstros escondem nas profundezas dos seus neurônios suas maldades”.

É voz corrente que este monstro da foto saiu de Belém para extravasar sua perversidade no estádio Frasqueirão, em Natal, capital do Rio Grande do Norte.

Ação nefanda deste bandido prejudicou o time do CR, no momento em que a onzena azulina diminuiu o placar (2 a 1) e era mais ofensivo, jogando no campo.

Este monstro vagabundo, quem sabe bancado por algum “baludo”, vive entre nós numa relação de amor e ódio, e nada mais do que digno, quem o conhece, denunciá-lo às autoridades policiais do Pará, para que se faça justiça e que sirva de exemplo a todos os facínoras que vivem enturmados em torcidas organizadas em Belém do Pará.

A malignidade foi perpetrada: no exato momento que os jogadores azulinos comemoravam gol de Filipinho, o facínora praticava a ação abominosa.

Todo monstro nasce com a “Síndrome de Gabriela”: “Nasceu assim, cresceu assim, é mesmo assim, será sempre assim e morrerá assim”.

Enquanto o poder judiciário brasileiro não agir com mão de ferro, como fez Margaret Thatcher, na Inglaterra, com os hooligans, grupo inglês que invadia estádios de futebol nos anos 80 para marcar suas identidades através da violência, estes bandidos brasileiros viajam o Brasil a fora extravasando suas péssimas índoles.

Este da foto é de má genética.

É o que há!

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