MDC

Vagando nas águas profundas da justiça, às vezes me deparo com casos que prefiro o silêncio.
Não que este velho jornalista tenha receio de algo, longe disso, mas é que há cheiro de “banana” podre.
Não faço mistério sobre a minha posição jornalística de alguns fatos que acontecem no mundo esportivo paraense…
Então, numa das vezes, prefiro calar e não divulgar decisões precipitadas do fato sem antes ter em mãos decisão judicial.
Quantos processos iniciados na polícia civil foram concluídos com indiciamentos dos possíveis réus e na justiça há um “Máximo Divisor Comum”. Ao final este MDC se distingue de toda divergência na mente e no olhar da autoridade judicial.
No processo que envolve dois agentes da arbitragem paraense há razões pessoais, emoções, ódio e a imaginação de pessoa impiedosa com passado duvidoso quando esteve num clube saboreando um ótimo “pirão”.
Uma pergunta que não quer calar: quem autorizou a entrada do aparelho de ultrassom da prefeitura de Trairão na sede da FPF, sendo “agasalhado” por alguns dias na Casa do Futebol Paraense?
É o que há!




