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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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MDC

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 15 de agosto de 2026 às 18:35 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:49— leituras

Vagando nas águas profundas da justiça, às vezes me deparo com casos que prefiro o silêncio.

Não que este velho jornalista tenha receio de algo, longe disso, mas é que há cheiro de “banana” podre.

Não faço mistério sobre a minha posição jornalística de alguns fatos que acontecem no mundo esportivo paraense…

Então, numa das vezes, prefiro calar e não divulgar decisões precipitadas do fato sem antes ter em mãos decisão judicial.

Quantos processos iniciados na polícia civil foram concluídos com indiciamentos dos possíveis réus e na justiça há um “Máximo Divisor Comum”. Ao final este MDC se distingue de toda divergência na mente e no olhar da autoridade judicial.

No processo que envolve dois agentes da arbitragem paraense há razões pessoais, emoções, ódio e a imaginação de pessoa impiedosa com passado duvidoso quando esteve num clube saboreando um ótimo “pirão”.

Uma pergunta que não quer calar: quem autorizou a entrada do aparelho de ultrassom da prefeitura de Trairão na sede da FPF, sendo “agasalhado” por alguns dias na Casa do Futebol Paraense?

É o que há!

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