“NÃO É MILAGRE, É OLHAR”

“Em março de 2027 PSC deixará de morar debaixo de arquibancada”, diz vice-presidente Ícaro Sereni.
Mateus Mangabeira, diretor de base, afirmou que com o CT pronto, “base bicolor dará muitos frutos”.
Os que amam o Paysandu anseiam por um novo tempo e é visível a graça estampada no rosto de cada um que esteve no CT “Raul Aguilera”, em Águas Lindas, na tarde de sexta-feira, 4.
Lembro que no início da temporada, com o anúncio da Recuperação Judicial, em 12 de fevereiro, os “profetas do apocalipse” bradaram que o “Paysandu estava falido”, mas, “comendo rato e tomando água de esgoto” (como digo), o Clube ganhou três títulos (PARAZÃO, COPA NORTE e COPA VERDE) , compra Kneo, compra área no Chaco, constrói 2 campos no CT e está entre os 8 da série C, e este “milagre” teve o contraponto do presidente Márcio Tuma.
“Não é milagre, não, é ‘olhar’ atento de todos nós que estamos no Clube, cada um fazendo sua parte, para que o Clube tenha uma arena (Curuzu), e cumpra com seus compromissos”, falou Tuma.
Sobre eleição de novembro, presidente ratificou sua chapa com Sereni e Diego Moura. E fez questão de afirmar: “Não será reeleição. Quem foi eleito foi o Roger Aguilera”.
Com dois concluídos, diretoria toca com recursos próprios mais dois campos que serão concluídos em final de outubro. Os aspersores foram comprados.
Na qualidade de engenheiro, Ícaro explanou detalhes da obra que a construtora está realizando no CT, que quando concluído abrigará do “staff” a toda estrutura de um time de futebol.
“A partir de março, jogadores não irão à Curuzu, virão direto para o CT dotado de toda infraestrutura para agasalhar os atletas”, disse Sereni.
“Você viverá, Zeca, pra ver o Paysandu neste CT”, concluiu o presidente Márcio Tuma.
Verdade, presidente! Dos cinco sentidos, o mais primitivo é o cheiro, e por duas horas, andando, olhando os trabalhos, ouvindo diretores, o cheiro campesino do “Raul Aguilera” e a graça estampada na face dos diretores me fizeram acreditar que o Clube que deu – e continua dando – às maiores glórias para o futebol amazônico viverá um novo tempo.
É o que há!




