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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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“NÃO É NORMAL”

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 16 de maio de 2026 às 18:33 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:45— leituras

“Zeca, com os torós que desabaram em Belém, parte do novo gramado do estádio da Tuna virou piscinão”, falou-me fonte.

Como sou ainda o tipo de repórter que vou “in loco” constatar o fato, estive, na manhã de sábado, 16, no “Chico Vasques” e presenciei operários espalhando areia sobre o novo “tapete”.

No corredor do estádio, pelo lado das cabines de rádio e TV, posicionei-me e por mais de 30 minutos assisti a tarefa estranha.

Acionei Vinícius Pacheco, executivo luso, para me explicar a “anormalidade”.

“É assim mesmo, Zeca. Depois deste trabalho de espalhar areia, passa-se o rodo para nivelar o gramado”.

Consultei quem entende do “riscado” e a informação não é das boas: “Não é normal”.

Gente ligada a Tuna informou-me que a diretoria do clube não pegou em dinheiro vindo da CBF e nem contratou empresa para reformar o gramado, vestiários e cozinha do estádio “Francisco Vasques”.

“Tudo é administrado pela Federação Paraense de Futebol. Se o serviço está sendo mal feito, quem tem que se explicar é a empresa contratada”, disse-me fonte.

Pelo que se sabe, a CBF liberou 650 mil reais líquido para a reforma do estádio da Tuna Luso Brasileira.

É o que há!

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