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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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O BOM JUDEU

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 19 de agosto de 2024 às 20:49 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:15— leituras

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— @Tudao_Tudinho (@Tudao_Tudinho) August 19, 2024

É muito difícil se enxergar o íntimo das pessoas.

Geralmente, o ser humano vive de aparência, e, assim sendo, às pessoas raramente são o que parecem.

Mas, os sábios, os cautelosos sempre estão atentos para o mundo que o cercam e dedicam-se a agradecer àqueles que os servem.

A pessoa verdadeira ouve, conversa, diz o que pensa, e nenhuma atividade humana é tão importante que a arte da conversação, da revelação da verdade. De expor ao outro o seu estado d’alma.

Não sei quem disse, que “as palavras são os reflexos da alma”, e depois que ouvi o ex-presidente azulino, Rafael Levy, revelar verdades sobre a conquista nacional do CR, em 2005, o troféu da C do Brasileiro, no DEDO DE PROSA DALEPIX, domingo, 18, estou convicto de que Levy foi habilidoso em falar com os jogadores do Remo, que conquistaram tão importante título em gramados gaúchos havia 19 anos.

Levy foi profundo ao mostrar aos atletas que estava ao lado deles, refletindo união, bondade, verdade, coração esplêndido, nobre e magnânimo. Você é prova de que a bola não entra por ocaso.

Como bom judeu, Rafael Levy sabe que relacionamento é atitude, e, por conseguinte, o “pão da vergonha” que você expos sobre o repórter que tenta levar a fama por um trabalho intelectual de Guilherme Tadeu. (Edição de vídeo: Cristian Ramos)

É o que há!

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