Banner
terça-feira, 20 de outubro de 2026
Uncategorized

O BURRO E O ESTÚPIDO

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 01 de dezembro de 2025 às 21:11 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:37— leituras

Não costumo meter no meu corpo camisa de clube com nome de macho nas costas.

Não sou placa ambulante. É o que penso. E o mundo sabe do meu amor pelo Ypiranga (Macapá), PSC(Belém), Flamengo (RJ) e Santos (SP).

Mas como a “língua fala e o cu paga”, vesti camisa leonina e apresentei o SHOW DE BOLA, porque perdi aposta.

Fui alvo de críticas e elogios por transgredir minha natureza.

O ignorante é burro por natureza.

Pensa que sabe e não sabe é o estúpido.

Em “As Leis Fundamentais da Estupidez Humana”, Cipolla define o ignorante como àquele que causa danos às pessoas sem obter benefício próprio – é o prazer de fazer mal ao semelhante.

O estúpido não pensa. É um fenômeno social, psicológico e perigoso, diz o filósofo alemão Bonhoeffer.

A minha passagem pela Alemanha, em 2006, com base em Monique, por 30 dias, aprendi algumas palavras como “schadenfreud” que em tradução livre para o português significa o “prazer de fazer o outro sofrer”.

A psicologia explica o prazer dos monstros em fazer maldade; são os casos de alguns torcedores dos grandes clubes mundiais.

Entenda se quiser, se não, passe longe deste “condomínio” digital.

Pelo Remo tenho gratidão, porque foi o primeiro clube, em 1980, que cheguei como repórter setorista; pelo Paysandu é amor e este veio comigo desde Macapá. Os azulinos sabem dessa condição. Não neguei minha paixão pelo Paysandu para Jurandir Bonifácio (o mais brilhante setorista que passou pelo Baenão), Jorge Dahas, Manoel Ribeiro, João Braga de Farias Junior, Sérgio Cabeça e o atual presidente Antônio Carlos Teixeira.

Repito: torço contra o Remo quando joga com o meu Paysandu.

A camisa do leão não me deu comichão. No final do programa, sorteie, e o Henrique veio no meu cafofo receber o manto azulino.

É o que há!

Notícias relacionadas