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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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O TAMBOR QUE BATE LÁ, RESSOA CÁ

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 18 de junho de 2024 às 16:42 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:12— leituras

Nas décadas de 80, 90, pelo futebol paraense passaram dirigentes “baludos”, que comprovam “apitos” vendilhões.

Um desses, quando nas rodas com repórteres, não tinha pejo em dizer: “O meu melhor atacante é o bandeirinha!”

Num certo clássico regional, o cartola mete 10 mil reais na mão do diretor para comprar o árbitro, que havia cobrado este valor para não deixar o adversário chegar na área. O time do “baludo” tinha que vencer de qualquer maneira. O resultado foi 2 a 2.

Ao final do jogo, cartola enfurecido mete um “trezoitão” na cintura e parte pra casa do apitador, e em lá chegando, o bandido recebe seu indesejável visitante lhe devolvendo 5 mil reais na liga: “Eu cobrei dez mil reais, só recebi 5. E estou lhe devolvendo”. O diretor intermediário “engoliu” 5.

O cartola, o diretor e o apitador estão vivinhos da silva. E eles sabem que eu represento um

Quando surgiu o VAR, no Brasil, revelei aqui neste “condomínio” e no microfone da Rádio Marajoara: “O VAR não mudará em nada o futebol brasileiro, porque é caráter de ‘varista” bandido. É caráter! O equipamento depende da questão de simpatia do apitador bandido.

Quem não se lembra do que o Leandro Vuaden fez com o Paysandu nos Aflitos? Depois de 4 anos, reconheceu o erro e continua apitando.

O que aconteceu com o Hulk à noite de segunda-feira, 17, no jogo contra o Palmeiras, foi uma declaração de vingança indireta do apitador para com o atacante do Atlético-MG. Será que o bonitão e “baludo” Hulk não roubou o “porco” do apitador?

O jogo de daqui a pouco na Curuzu, o Paysandu deve ter muito cuidado com este senhor chamado Maguielson Lima Barbosa: em 11 jogos apitados, este ano, pelo Brasileiro, aplicou 51 cartões, e num jogo da B, 11 amarelos.

“Alguém já viu corrupto bandido no futebol brasileiro preso?”, indagou Leila Pereira na cara de um repórter.

O tambor que bate lá, ressoa cá, dona Leila.

É o que há!

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