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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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"PURGATÓRIO PARTICULAR"

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 10 de novembro de 2022 às 18:21 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 12:22— leituras


Ainda dará panos para as mangas os processos Athos e Guga, que jogaram, estando suspensos pelo TJD-PA, por Águia e bragantino.



Em 14 de março, deste ano, Paragominas, com farta documentação comprobatória, aciona TJD-PA sobre as irregularidades dos dois atletas, mas a corte paraense faz ouvido de marcador e engaveta o processo.



À época, juiz auditor Hamilton Gualberto, hoje vice-presidente do Tribunal, alertou: “Vocês vão chorar no STJD”. E não deu outra!



Contratado pelo Paragominas, advogado Marcelo Jucá bate às portas do Superior Tribunal, e obtém vitória parcial, posto que a suprema corte determina que o TJD-PA volte a analisar o processo em dez dias.



 À mesa do presidente Jeff Lauder determinação do presidente do STJD chegou no dia 26 de outubro.



Passados dez (10) dias uteis, acionado pelo advogado Marcelo Juca, no Rio de Janeiro, corregedor do órgão superior aciona presidente Jeff Lauder do porquê do “silêncio” da justiça desportiva paraense sobre o processo.



“Falei com o corregedor do STJD agora. Estarei mandando um ofício segunda-feira, 14, relatando algumas circunstâncias que irão contextualizar os fatos de forma transparente, e o porquê de ainda não ter sido julgado”, Jeff Lauder, presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Pará.



Neste processo, há quem esteja às voltas com o seu “purgatório particular”, porque o Paragominas não deixará por menos e está disposto a brigar pelo seu direito.



E isso me faz lembrar uma passagem, no segundo capítulo de “As Sandálias do Pescador”, de Morris West: “Quando os homens são velhos e poderosos têm de ser levados pela razão e pelo calculismo, porque a seiva do coração seca com a idade”.



É o que há!







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