“QUEM SE SALVA?”

Recuso-me a pensar na queda do Remo e na permanência do PSC na C.
Mesmo tendo boa-fé e acreditando em milagre, é impressionante como os torcedores das duas “locomotivas”, que converso, estão “anestesiados” pelas derrotas.
Mazola Júnior chega dizendo que “dos três adversários nenhum tem time melhor que o do Paysandu”.
“A oportunidade é boa, mas o desafio é muito grande”, expressão dita por Thiago Carpini na sua chegada em Val-de-Cães.
Gosto de ir ao aeroporto de Belém saborear um ótimo sorvete da Cairu, vê gente de todos os estilos, prosear com motoristas da Cooperativa e torcedores azulinos e bicolores que lá vão de passagem receber familiares ou amigos.
“Quem se salva, Zeca”, pergunta que me perturbou o miolo mole e a todos respondia que “matematicamente, Remo e PSC podem se salvar, desde que os jogadores queiram”.
Mas não basta só querer. Os “professores” têm a responsabilidade de saberem armar suas equipes para enfrentar adversários que estão com os mesmos objetivos e, tecnicamente, como é o caso do Remo, jogadores mais qualificados.
Por mais que eu tenha resiliência generosa sobre o tema – quem se salva? – a psicologia me diz que os dois “professores” – Mazola e Carpini – terão que ter muitas habilidades para lidar com às adversidades que se apresentam neste momento das competições.
É o que há!




