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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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QUÊS E PORQUÊS

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 15 de junho de 2026 às 18:58 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:46— leituras

Nos bastidores muito tem se falado da eleição presidencial azulina, em novembro.

Engenheiro Manezinho Ribeiro, que desfruta de ótima amizade com o presidente Antônio Carlos Teixeira, falou-me que não será candidato porque tem sua “empresa pra cuidar e dois filhos que dependem de sua presença diária”.

Passam os dias, mas a eleição remista não sai da imaginação de gente fina e graúda na sociedade belenense.

Junto de alguns sócios e trabalhando de forma articulada, Glauber Gonçalves se movimenta pensando no trono azulino se o presidente Antônio Carlos Teixeira desistir da reeleição.

Para quem convive com o presidente remista há “suspiros” favoráveis à reeleição do atual mandatário azulino, porque trabalham neste sentido.

“Com o passamento da sua genitora, Tonhão, num segundo mandato, terá tempo de sobra para se dedicar ao CR”, disse-me fonte real.

A mais ousada abordagem ao chefe da diretoria executiva azulina aconteceu num velório de um “cardeal”, de uma alta potestade do judiciário paraense: “Cuidado, presidente, com a sua escolha! Não entregue o Remo para qualquer um”. Antônio Carlos Teixeira agradeceu, mas silenciou.

O futuro haverá de cumprir seu destino, enquanto o presidente remista tem tempo pra decidir o seu futuro e o do CR.

Eleição leonina tem seus quês, os seus comos e os seus porquês.

É o que há!

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