REDIMIDO

Sou vidrado em Desmond Tutu, o religioso Sul-africano ganhador do Nobel da Paz de 1984.
“Perdoar não é fácil, mas é o caminho para a superação”, afirma Tutu.
Foram preciso 27 anos para que Nelson Mandela, um jovem africano revoltado, radical e implacável nas críticas contra o poder, se transformasse para ser o líder da sua nação e quando assumiu o poder, o primeiro convite foi para o seu carcereiro, que se assentou na primeira fila para assistir o novo Nelson Mandela presidente da África do Sul.
É necessário coragem, força, porque perdoar não é demonstração de fraqueza: é disposição de caráter.
Para mim, perdoar faz bem para a alma.
Castro mais uma vez foi perdoado pela diretoria, pela comissão técnica e pelos jogadores do Paysandu, após reconhecer erros e pedir o perdão, prometendo ser um verdadeiro atleta comprometido com o grupo que está focado na classificação e a Ascenção à B.
Tem que querer, brigar consigo mesmo, se pegar com Deus, porque o difícil não é deixar o vício, e resistir à tentação da carne. Eu sou exemplo disso.
Força, Castro, porque você poderá nos dá alegria.
É o que há!




