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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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RESSENTIMENTO OCULTO

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 01 de janeiro de 2023 às 19:48 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 12:47— leituras

Que despeito desgraçado!

Ou será que ainda dói o mundial de 70, no Mexico, sobre a Itália?

Enquanto o mundo se queda diante do passamento do monumental Pelé, o Desportivo Italiano vomitou sua bílis: “Era uma vez um rei”.

Em reverência ao “monstro” Pelé, o La Gazzetta dello Sport em letras garrafais, em primeira página: “O campeão que deu felicidade ao Brasil e encantou o mundo”.

No contexto, a infeliz manchete desvaloriza a importância do genial Pelé para a história do futebol bretão.

Despreza a qualidade técnica do jogador de futebol Pelé.

“Era uma vez” é expressão idiomática que foi criada para iniciar contos de fadas. E as fadas são idealizadas. “Rei” Pelé não foi idealizado: é fato! É real! Pelé não morreu, passou Edson Arantes do Nascimento.

Assim como Salvador Dali, pintor, retratou o surrealismo em telas; Breton através das letras, Pelé retratou sua arte com cabeça, pés e alma e está retratado em retratos e imagens para a posteridade. E continuam vivinhos da silva. Os gênios não morrem!

Jesus Cristo passou e não escreveu nada, mas suas palavras ecoam até hoje. Continua vivo!

“Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio?” E quem levou o prêmio de “Rei” do futebol foi Pelé. (Retrato: Google)

É o que há!

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