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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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SEJA O QUE DEUS QUISER

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 08 de agosto de 2026 às 21:49 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 13:49— leituras

Time azulino não tem repertório tático.

Jogada ensaiada e triangulação são qualidades inexistentes no time azulino.

É só jogar no Jajá ou no Alef Manga e seja o que Deus quiser.

Técnicamente, time leonino é frágil.

Vexame do tapete do Mangueirão ao se soltar tufos de grama no chute dos jogadores.

Goleiro do Atlético-MG falhou nos dois gols do Remo, no empate de 2 a 2 com o galo mineiro.

Na saída de bola do goleiro Everson, aos 2 minutos, Zé Ricardo cabeceia pra frente, e jajá se aproveita e chuta forte de fora da área, abrindo o placar para o CR: 1 a 0.

Time azulino se retrai. Galo vai pra cima, explorando a fragilidade de M. Alexandre.

Aos 30 minutos, Alan Minda chega pela primeira vez na zaga azulina.

Gol de empate do time mineiro, começou pela lado direito com Cissé servindo Preciado e este cruzando para cabeceio certeiro de Reinier: 1 a 1, aos 34 minutos.

A virada aconteceu, aos 37 minutos, com gol de Bernard.

Na segunda etapa, Remo voltou afoito em busca do empate.

Em passe espetacular de Vitor Bueno, que entrara no lugar de Jajá, Remo empata através de Taliari, aos 28 minutos: 2 a 2. Mais um lance falho do goleiro atleticano.

Num lance entre Marlon e Pascini, o varista Carlos Eduardo aciona o árbitro Ramon Abatti, que revisionou o lance e não viu penalidade. Então, segue o enterro.

Remo continua melado de “graxa”.

É o que há!

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