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terça-feira, 20 de outubro de 2026
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VALHA-ME DEUS!

Por JOSE MARIA TRINDADEPublicado em 07 de março de 2023 às 19:50 · Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 12:50— leituras

Mandonismo, fraude são características do “coronelismo (neologismo brasileiro), que se impõe pelo poder da força a qualquer forma.

PARAZÃO/23 não teve a presença do governador Helder Barbalho, no lançamento da competição, no Parque da Residência; campo sem banheiro feminino, sem placar, sem catracas e gramado mais pra pasto do que para campo de futebol, e até o presente momento nenhum processo foi julgado pelo STJD, que impôs intervenção no TJD-PA.

Às súmulas dos jogos do PARAZÃO/23 são enviadas à corte superior pela Federação, e à do jogo Cametá e Castanhal (2 a 2), domingo, 5, no “Parque do Bucurau”, em Cametá, está lá e sabe-se quando será analisada.

Nesta partida, em relato do árbitro Fernando Antônio Mendes de Salles Nascimento, um segurança, no intervalo, conhecido como “Jota”, entrou no vestiário da arbitragem e pediu para que o árbitro “ajudasse o Cametá”, segundo relato “a mando do prefeito”.

O estranho nesta “estória” é que o árbitro não acionou a polícia presente ao estádio e nem após a partida registrou BO em delegacia local.

A direção do Cametá publicou Nota de Esclarecimento informando que “agente de segurança não representa os interesses do clube…”

Os corruptos inescrupulosos são cínicos e sempre estão à espera de um novo escândalo.

É o que há!

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